Segunda-feira, 5 de Março de 2007

*reportagem

Pedimos desculpa pelos erros ortográficos encontrados nos sinais de pontuação do slide, e informamos que o erro não é nosso, mas sim do site que nos forneceu o slide

Obrigada pela compreensão

publicado por farssa às 11:58
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Tema livre

Musica: "O Planeta Branco"

Nesta quarta semana do blog, os FARSSA decidiram, como era tema livre, fazerem uma canção na qual se contasse a história do livro "O Planeta Branco" de Miguel Sousa Tavares.

 

 

Caso a letra não esteja muito perceptível, pedimos desculpa e deixamo-vos a letra:

Não há água no planeta
Para os seres sobrevirem
Vamos à procura dela para Orizon S-3
 
Lucas Lydia e Baltazar vão na Ítaca 3000
Com Bianca e Miguel
Em Terra para ajudar
 
Refrão:
 
A missão desta equipa
È difícil d’ultrapassar
Tão depressa se concretiza
Como se pode desmoronar
 
É preciso ter coragem
E nunca desistir
Temos que ajudar o mundo
Para o vermos sorrir
 
Passaram o 1º Sistema
Com muita agitação
Toda a equipa esteve bem
Durante a operação
 
Ao passar o 3º Sistema
Desviaram-se da rota
Qualquer coisa muito forte
Os estava a arrastar
 
[Refrão]
 
Tentaram escapar à força
Coisa que não conseguiram
O que é que era esta força
Que os estava a atrair?
 
Pensaram que era o fim
E então foram dormir
Pois achavam que assim
A morte era mais branda
 
[Refrão]
 
E então quando acordaram
Viram que ninguém morreu
Mas mesmo apesar disso
Cada um deles envelheceu
 
 
Mas repararam também
Que um planeta se aproximava
Uma coisa nunca vista
Que ninguém calculava
 
[Refrão]
 
A pedido dos habitantes
Desceram ao tal planeta
Falaram com o Guardião
Que lhes explicou a situação
 
Quando perceberam tudo
A casa tiveram de voltar
E Guardião avisou-os
Que de nada se iam lembrar
 
[Refrão]
 
Ao entrarem de novo na nave
Começaram a viajar
Voltaram à idade normal
E a memória começou-se a apagar
 
Falaram com a base terrestre
Foi um momento de alegria
Estariam de novo em casa
Dali a cinquenta dias
 
[Refrão]
 
E assim os nossos heróis
Ajudaram o Planeta
Pois mesmo não encontrando água
Viram que os cálculos não estavam certos
 
Assim temos de agradecer
A estes três companheiros
Deram um grande avanço
Para o mundo inteiro

publicado por farssa às 11:01
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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007

Reportagem

publicado por farssa às 22:31
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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007

Entrevista a Miguel Sousa Tavares

Entrevista a Miguel Sousa Tavares
[ Esta entrevista é fictícia. Não foi possivel contactarmos com Miguel sousa Tavares, e então inventámos a entrevista que vos apresentamos. Esta foi baseada em informações reais apresentadas nas fontes indicadas em baixo]
Jornalista – Temos aqui connosco um convidado, Miguel Sousa Tavares, que teremos todo o prazer em entrevistar. Este nosso convidado é um escritor, jornalista e comentador bastante actual, que desde muito cedo que entrou em contacto com a literatura.
Miguel Sousa Tavares –De facto, devo tudo isso à minha mãe, Sophia de Mello Breyner Andresen, e ao meu pai, Francisco Sousa Tavares, pois foram eles que sempre me motivaram a ler, e de certo modo me fascinaram com as suas histórias, que em grande parte nos falavam da natureza. Acho que fui um menino privilegiado, que a entrada no maravilhoso reino das palavras começou à porta do meu quarto, meio palmo de gente a descobrir outras histórias. Tive a sorte de ter crescido numa casa onde todos nos contavam histórias inventadas.
 
J – Pode então dizer-se que entrou no mundo da escrita muito cedo, como já tinha referido anteriormente.
            Sabemos que para além de escrever dedica-se também ao jornalismo, mas para além disso já exerceu outras profissões…
 
MST – Sim, antes de me dedicar ao jornalismo e á literatura, estive algum tempo ligado à advocacia.
 
J – Como é que se caracteriza como jornalista?
 
MST – Como jornalista, podemos dizer que sou bastante contestado, tenho opiniões fortes, e para além disso dedico-me a várias áreas (política, literatura, desporto e outros)
 
J – Falando agora um pouco mais do livro… Que ideias pretende transmitir com o lançamento de” O Planeta Branco”? No fundo de que é que o livro trata?
 
MST - O Planeta Branco é uma história que aborda não apenas as grandes questões da actualidade, como a poluição atmosférica, a destruição das florestas ou as alterações do clima, mas que constitui, também, um hino à vida e à bondade, fala-nos também do destino dos bons e dos maus, por assim dizer, e do mistério da morte. E que nos diz que, afinal, um mundo melhor é possível
 
J – Então com este livro pretende alertar os jovens para os problemas ecológicos e de sustentabilidade do nosso Planeta, e também transmitir-lhes uma lição de vida…
 
MST – Eu quis dizer às crianças que a morte é uma sequência natural da vida. A ideia da história é ajudar as crianças e os seus pais a lidar com essa ideia. Por isso, tem de haver uma lição de moral, ou, pelo menos, um código de justiça, em que os bons se transformam em estrelas e os menos bons ficam simplesmente no Planeta Branco. Mas, aqui, nem os menos bons ficam no inferno, a serem picados pelos diabos, nem os bons ficam alheios a tudo o que se passa. Quando os meus filhos eram pequenos, dizia sempre que as estrelas eram pessoas que tinham morrido, que estavam lá em cima a ver-nos.
 
 
J – Portanto é uma mitologia que lhe é familiar…
No fundo, qual é a história do livro?
 
 
MST – O livro fala-nos de três amigos (Lydia, Lucas e Baltazar), que formam a tripulação de uma nave (Ítaca 3000). A missão que estes astronautas levam a cabo, relaciona-se com o salvamento do Planeta. Para isso, os três amigos vão ter de alcançar o Planeta Orizon S-3.
 
J – Quais são as suas expectativas com este livro?
 
MST – Espero que este livro tenha bastante saída nos mercados, mas que principalmente cative a atenção das crianças para a leitura. As crianças precisam, aqui e ali, do exemplo de quem os guie pelo universo percorrido pela nave Ítaca-3000, seja um dicionário ou uma voz afectuosa, já que eu não quis escrever páginas fáceis e simplistas para consumir-e-deitar-fora. A minha esperança é que a criança de 10 anos que leia este livro continue a lembrar-se desta história daqui a 30 anos.
 
J – Acha que este é um livro totalmente dedicado á população mais nova…?
 
MST – Não só… Na realidade é um livro mais infantil e é de esperar que cative mais as crianças, o que não significa que se uma pessoa adulta o ler não goste tanto ou mais que uma criança
 
J – Pode dizer-se que este livro tem uma certa comparação com o livro que escreveu anteriormente? Têm uma certa quantidade de elementos em comum…
 
MST – Sim. O Segredo do Rio já continha alguns destes elementos: era futurista, e abordava o tema de uma seca. O Planeta Branco tem a mesma preocupação. Há uma consciência, a que se chama, depreciativamente, ecológica, mas que se deveria chamar natural; da lei da natureza e da obrigação de a respeitar, que só pode vir da geração seguinte. Porque esta geração já provou que é capaz de liquidar alegremente o planeta. Nesse sentido, acho que nada dispensa um livro infantil de ter uma lição.
 
J - Quando e porquê, decidiu escrever este livro?
 
MST – Comecei a escrever O Planeta Branco, quando estava ainda nos territórios ficcionais de São Tomé, a braços com uma história de amor, a escravatura e o poderio colonial, no cenário das roças de Equador, o meu primeiro grande romance. Tudo porque queria descansar e variar de estilo. Mas a rapidez desejada transformou-se num trabalho mais lento, porque a escrita para crianças é complicada. Temos de nos situar na cabeça do leitor e perceber até que ponto existem conceitos, palavras, ideias, de que ele é capaz de se aperceber. É uma escrita que exige que saiamos de nós próprios; de grande entrega, porque não interessa tanto o que eu escrevo mas aquilo que eles vão ler.
 
J – Qual a principal razão que o levou a escrever um livro para a população infantil?
 
MST – Não sei dizer porque é que, volta e meia, me apetece escrever livros infantis, mas sei que é a mais generosa das escritas. Primeiro, porque comercialmente nem vale muito – tirando a Ana Maria Magalhães e a Isabel Alçada, e a minha mãe, mais ninguém, em Portugal, deve ter vivido dos livros infantis. Para mim, seria mais rentável escrever uma short story.
Há um sentido da dádiva, mais do que da escrita. Ser simplesmente capaz de contar uma história a uma pessoa de 6 anos. Essa é a matriz do contador de histórias, que não se pode perder. É um exercício muito bom, uma reciclagem, um regresso ao essencial.
 
J – Deixou-o satisfeito publicar este livro?
 
MST – Sim, bastante. Para além de incentivar as crianças a ler, penso que poderá ser também uma homenagem à minha falecida mãe.
 
J – Sem mais perguntas a fazer, resta-me agradecer-lhe pela sua prestação. Obrigada, foi um prazer tê-lo connosco, até à próxima.
 
MST – De nada. O prazer foi todo meu.
 
 
 
Acedido em 18 de Fevereiro de 2007; em:
 
http://www.cdgo.com/artigoDetalhe.php?idArtigo=3084077
 
http://www.bmrb.pt/BMRB/bibmrb/biblioteca/seccoes/escritores/adultos.htm#Tavares
 
http://www.oficinadolivro.pt/site/frames.aspx
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Sousa_Tavares
 
http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=328608
 
 
 
 
 
publicado por farssa às 18:17
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Sábado, 3 de Fevereiro de 2007

Miguel Sousa Tavares

Miguel Sousa Tavares

 

 

 

O escritor Miguel Sousa Tavares nasceu em 1952 na cidade portuguesa do Porto, filho da recém falecida poetisa Sophia de Mello Breyner Adressen – prémio Camões de 1999.

Cronista politemático da imprensa lusitana, escreve actualmente nos jornais Público e A Bola, na revista Máxima e é comentador do Jornal Nacional, transmitido pela TVI. É autor de obra diversificada: Sul – Viagens, livro evidentemente sobre uma viagem; Anos Perdidos, crónicas; Não Te Deixarei Morrer, David Crockett, apresentado como ficção aproximada da reportagem; O Segredo do Rio, O Planeta Branco, ambos contos infantis; Um Nómada no Oásis (sic), textos políticos; e Sahara – A República da Areia, de reportagens.

Acedido a 3 de Fevereiro de 2007 em http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1410



 

publicado por farssa às 23:07
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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2007

O Planeta Branco

O Planeta Branco  

 

O Planeta Branco - Miguel Sousa Tavares (capa)

 

Lydia, Lucas e Baltazar constituem a tripulação da nave Ítaca-3000. Numa fase em que o ciclo de vida natural está alterado, é preciso pôr em marcha uma missão de salvamento do planeta Terra. Por isso a Ítaca-3000 parte do deserto do Sahara com um único objectivo: descobrir água no planeta Orizon S-3.
Durante dois meses de viagem, tudo decorre com normalidade. Os astronautas dedicam-se apenas a missões de rotina e consolidam a amizade que os une. Mas quando entram no Terceiro Sistema Solar, descobrem um planeta habitado por uns seres muito especiais e que julgavam não existir.
O Planeta Branco é uma história que aborda não apenas as grandes questões da actualidade, como a poluição atmosférica, a destruição das florestas ou as alterações do clima, mas que constitui, também, um hino à vida e à bondade. E que nos diz que, afinal, um mundo melhor é possível.
As ilustrações de Rui Sousa completam a magia desta história.

Excerto da obra
"Lá fora, a noite estava semeada de milhões de estrelas, planetas, cometas, asteróides nos seus voos loucos, constelações de todos os tamanhos e das mais diferentes formas. Olhou por cima do ombro direito, pela vigia lateral, procurando absurdamente uma luz branca que julgava ter visto algures, mas não se lembrava quando, nem sequer era capaz de dizer se a tinha visto, de facto, ou se apenas a tinha imaginado em sonhos. E, mais uma vez, repetiu baixinho e para si própria a pergunta que tantas vezes fazia, quando estava assim sentada à noite na nave, e via o Universo inteiro à sua volta: "Haverá alguém por aí à escuta? Alguém que nos veja e que nos guie?""

                      

 Acedido a 7 de Fevereiro de 2007 em: http://www.cdgo.com/artigoDetalhe.php?idArtigo=3084077

 

publicado por farssa às 21:52
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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2007

...

   


 

*Mails da Equipa*      *Mails da Equipa*      *Mails da Equipa*

Sara (Líder)- saraferreirapereira@sapo.pt
Ana - analuciaoliveira1@sapo.pt
Andreia - andreialmeidamaro@sapo.pt
Francisca - franciscafartaria@sapo.pt
Ricardo - ricardogordo9c@sapo.pt
 

Terráquio, caso pretenda contactar toda a equipa...

*...Clique aqui e dê-nos a sua opinião!...*

 

 

 

 

publicado por farssa às 19:19
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->FARSSA

Há algum tempo atrás decidimos inscrevermo-nos no SAPO challenge, para transformarmos o nosso colégio numa das 10 escolas do futuro.

Foi assim que começou o FARSSA.

Escolhemos uma professora e juntámos um grupo de amigos... Francisca (Cómica), Ana Lúcia (Responsável), Ricardo (Divertido), Sara (Maluca), Sónia (a nossa professora ), e a Andreia (Inteligente)....

Iniciámos a nossa inscrição e foi aí que tivemos de escolher um nome para nosso fabuloso grupo... Depois de algumas sugestões alguém teve a bela ideia do nome FARSSA... Não,... Não é um erro ortográfico! Passamos a explicar:

F - Francisca

A - Ana

R - Ricardo

S - Sara

S - Sónia

A - Andreia

Daí que o nome seja FARSSA, não com um, mas com dois "s"'s.

8.02.2007

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